Educação Ambiental


 

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Todos os dias, na nossa rua, bairro, ou jardim que frequentamos, somos confrontados com a existência de dejetos caninos, que além do odor que emanam, conferem ao espaço público um aspeto sujo e desagradável e cujos donos estão sujeitos a coima.

Os dejetos caninos são responsáveis pela transmissão de várias doenças, em especial às crianças que brincam nos jardins e outros espaços públicos, tais como:

• Parasitoses diversas, como o quisto hidático (equinococose), que é bastante grave, pois aloja-se no fígado e nos pulmões.
• Doenças infecciosas (colibacilose e salmonelose) que conduzem muitas vezes a infeções gastrointestinais que requerem cuidados médicos continuados.
• Os animais domésticos podem também ser vítimas de contágio de doenças, como a esgana e a parvovirose, que lhes podem provocar a morte, quando entram em contacto com dejetos de animais infetados.

Conselhos a seguir para ser um dono responsável:
• Registe o seu cão na Junta de Freguesia;
• Adquira a licença de detenção, posse e circulação na sua Junta de Freguesia e renove-a anualmente;
• Previna o aparecimento de doenças vacinando-o e desparasitando-o;
• Limpe sempre os dejetos caninos com o auxílio de um vulgar saco de plástico e deposite-os no contentor de lixo mais próximo;
• Passeie-o sempre pela trela na via pública; • Coloque-lhe uma coleira ou peitoral, que é obrigatória para circular na via pública;
• Mantenha boas condições higiénicas e sanitárias no alojamento dos seus animais;
• Por cada habitação poderá alojar no máximo 3 cães ou 4 gatos, num total de 4 animais;
• Nunca abandone o seu cão!.